Segundo
a PF, o vereador e outras quatro pessoas são suspeitos de participar de
um esquema de compra de votos, que incluía pagamento em dinheiro e
promessa de cargos na administração pública municipal.
As
investigações começaram após o surgimento de informações sobre possível
compra de votos no pleito de 2024. Durante a operação, os agentes
apreenderam documentos, agendas, registros de contabilidade, contratos e
celulares dos investigados, além da arma de fogo encontrada com o
vereador.
Todo
o material apreendido será analisado pela Polícia Federal para
esclarecer as circunstâncias do caso e identificar outros possíveis
envolvidos.
Os investigados poderão responder por corrupção eleitoral. O vereador também deverá responder por posse ilegal de arma de fogo.
A Rede Amazônica entrou em contato com o vereador, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
G1