RIO DE JANEIRO, RJ
(UOL/FOLHAPRESS) - O ex-técnico da seleção brasileira Carlos Alberto
Parreira, 83, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do
Hospital Samaritano Barra, no Rio de Janeiro, mas já respira sem o
auxílio de aparelhos.
O
campeão mundial apresenta uma inflamação pulmonar. O quadro clínico
apresenta melhora evolutiva, mas ainda apresenta necessidade de cuidados
intensivos, segundo informações divulgadas no boletim médico desta
terça-feira (23).
Parreira
segue sem previsão de alta da UTI. Ele está sendo acompanhado por um
pneumologista intensivista e pela equipe assistencial e multidisciplinar
do hospital.
O
paciente já respira espontaneamente, sem auxílio de aparelhos, está
lúcido e orientado. No momento, seu quadro clínico apresenta melhora
evolutiva, mas ainda apresenta necessidade de cuidados intensivos Trecho
do boletim médico
O
técnico tetracampeão mundial com a seleção fez recentemente uma
tratamento contra um Linfoma de Hodgkin. É um tipo de câncer raro, que
afeta o sistema linfático, mas que tem cura. O diagnóstico veio à tona
em janeiro de 2024, em comunicado da CBF.
Carlos
Alberto Parreira esteve em sete Copas do Mundo. Pela seleção
brasileira, participou de três edições -como treinador nas campanhas de
1994 e 2006 e como coordenador técnico em 2014.
Fora
do Brasil, comandou as seleções de Kuwait (1982), Emirados Árabes
Unidos (1990), Arábia Saudita (1998) e África do Sul (2010). Antes
disso, integrou a comissão da equipe campeã mundial de 1970 como
preparador físico.
LEIA O BOLETIM NA ÍNTEGRA
"O
Hospital Samaritano Barra, da Rede Américas, informa que o paciente
Carlos Alberto Parreira permanece internado em sua Unidade de Terapia
Intensiva (UTI), com inflamação pulmonar. Porém, o paciente já respira
espontaneamente, sem auxílio de aparelhos, está lúcido e orientado. No
momento, seu quadro clínico apresenta melhora evolutiva, mas ainda
apresenta necessidade de cuidados intensivos.
O
paciente está sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur
Vianna, e pela equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.
Não há previsão de alta da UTI".